O sonho continua... Mas desta vez é a história protagonista dos feitos e fatos
Quarta-feira, Abril 28, 2004
Livres para viver o presente
Nós, livres pra ajudar, desprendidos do mórbido passado inútil, passamos pro mundo do presente, mundo este revolucionário por sua excência existencialista. Aqui estamos e muito podemos fazer. O passado existiu, temos que aprender com ele em nossa memória, mas do que adianta trazer o inexistente, o platônico ao presente?
Temos que mudar, temos que revirar o mundo, e podemos, se não pudermos ninguém mais pode... pois nós temos tudo, nós temos o presente, e este é a base transformadora de tudo, temos que viver o hoje pra termos um amanhã muito melhor. Podemos viver pra nós, singular simplesmente, mas também podemos viver no plural, viver conjugados, conjugados pluralmente, não apenas retidos a um universo de duas pessoas, o mundo é muito maior que essa caixa.
Nesse mundo de céticos o fluxo do senso comum às vezes desbaratina essas atitudes, mas podem ter certeza que a solidariedade está encravada na nossa alma, é nosso lado subjetivo, é institivo protegermos nossa espécie, mas somos muito além, nós pensamos e podemos agir coletivamente, no mundo todo com um só, somos uma só natureza e você pode ter certeza disso.
O artificial foi um conceito naturalmente criado pelo homem para compreender uma estrutura, para seccionar o que é natural e sustentável do que é artificial e, geralmente, insustentável. Por isso volto a repetir: somos todos uma natureza só, podemos viver isoladamente e nada produzir, é uma opção, mas podemos também produzir muitos frutos para a próxima safra, produzir muito mundo para este mundo!
Eu quero ver os olhos brilhando
Os corações batendo forte
Os tambores tocando
E transformando a realidade
A harmonia vibrando
Na indiferença da idade
Os velhinhos e as crianças
Com jovens aloprados de felicidade
Que almejam a transformação
Numa revolução sem disparidade
A união se formando
Feito fruto maduro
E o mundo todo compartilhando
O próspero futuro
Grande Roda no Recanto Tarumã Curitiba - 24/04/2004
No recanto, um dia o silêncio foi quebrado e o som dos passarinhos harmonizados!
Chegaram os tambores e toda a vibração pra estremesser a alma dos velhinhos. Conversa daqui, conversa dalí, aparece o seu Risadinha e quá quá quá quá! Então um joguinho de bocha e que tal parar pra dar um olhadinha, ou fechar uma dupla com o próprio Risadinha?
Vão se conhecendo, os tambores, os velhinhos, a Grande Roda vai tomando forma no sem forma sentimento amigo. Alguns comparecem solícitos, outros mais acanhados ficam pro lado de dentro da janela, afugentados talvez pelos seus passados, mas tentamos e tentamos até que seu Wilson reconhece todo o dengo e vem, fica sentadinho olhando e curtindo um sambinha, uns batuques, uma harmonia.
Importante participação, de todos, um a um construindo a alegria.
Realidade transformada, agora é hora do próximo passo!
Foto: Milena Celli, Grande Roda na creche, dia 17/04
Um dia, das margens do rio eu ví
O mundo tem-se consumido
Em uma degenerada sociedade cansada
As setas apontam sem esperança
O consumo conforta e sustenta sua própria destruição
Somos bombardeados todos os dias por severas informações desinformadas
E destruimos uns aos outros sem saber
Duplamente sem saber:
Nada sabendo e ingenuamente destruindo-nos.
O universo comodista não dá espaço pro pensar
Todos os espaços são preenchidos por matérias vazias
Música, cinema, teatro... a alienação não mostra limites
Apenas limita possíveis horizontes, possíveis caminhos
Os caminhos acabam por resumirem-se ao de um rio,
Ao singular caminho da correnteza
Somos levados todos pelo meio,
Alguns conseguem nadar contra por um tempo,
Mas a força do senso comum acaba por levá-los.
A liberdade está nas margens,
De lá vemos o movimento do rio
Podemos subir a correnteza,
Ajudar os que estão se afogando
E ao final construir um novo mundo
Um novo mundo nas férteis margens.
24/11/2003
Vejo a Grande Roda como uma casa na beira do rio, de estrutura forte e preparada pras cheias... temos alguns lugares e vemos muito daqui, estamos tentando construir esse novo mundo, estamos plantando nossas sementes e estamos em outro fluxo sem riscos de afogamento.
A intensidade dos nossos sonhos se dá pela nossa capacidade de renová-los, realizando um a um, passando por cada um como se fossem últimos momentos para alcançarmos o máximo. Os passos são as sementes que plantamos, são as etapas do brotamento das novas primaveras, logo logo colheremos os frutos, será inevitável, assim como chove, assim como faz sol ou venta, atitudes naturais, muitas vezes imprevisíveis, mas sempre naturais, esse é o caminho até a longa primavera, inevitável e lá veremos o Novo, o "uno" que só constituiremos a partir de nossos sonhos.
Obrigado por todos que me mantem inspirados, e estes são todos!
Galera, quero agradecer a todos, hoje é meu aniversário e isso não tem muita importância. Se alguém pensar em me ligar pra me dar parabéns ou qualquer coisa assim quero que dediquem esse pequeno tempo se interando do projeto da Grande Roda, entrem no site: www.granderodadetambores.com.br e se gostarem do projeto façam o cadastro lá com a galera!!!
Minha vida está cada vez melhor e são vocês, todos que fazem parte da minha vida, que co-existem à minha, os que fizeram estão sempre aqui, portanto fazem, mesmo que agora estejam distantes... todos os amigos, os novos, recentes, velhos, distantes... tenho saudades de todos!!! Bom, eu seguro a saudade e quero mesmo que conheçam esse projeto pessoal.
Vamos se mexer, ACREDITEM! Todos nós existimos, co-existimos, participamos - mesmo sem querer - da existência do próximo e temos que ter responsabilidade pelo fato de existirmos, e outra coisa, por mais que o mundo tenha 6 bilhões de pessoas e isso está crescendo, não importa o que fizermos, isso fará diferença, então façam! Vivam o tempo e não se preocupem pelo fato dele estar passando, preocupem-se com o que fazer, preocupem-se em fazer!!! VOCÊS EXISTEM!
Será Sábado, dia 24 agora, à partir das 14h no Recanto do Tarumã, lar dos velhinhos, (ao lado da Faculdade Unibrasil, perto do Detran e do Jóckey club).
Como chegar?! Pegue a Av. Victor Ferreira do Amaral que vai dar no Jockey, após o Joquey tem um retorno para a esquerda, vire e pegue a única rua que existe e siga em frente. Atenção, não volte na Victor Ferreira, apenas siga reto na rua que estará na sua frente quando for fazer o retorno. Andou uns 500 metros fique atento, logo após a Unibrasil está o Lar dos Velhinhos...
Pedimos aos voluntários que levem fralda Geriátrica tamanho GG, se possível.
Estejam preparados para conversar com os idosos, se possível levar um caderno da anotações para anotar as histórias interessantes que eles contem, bem como receitas de remédios a base de plantas e também brinquedos que eles possam estar fazendo para a gente levar para as crianças da creche. Com esse material em mãos poderemos providenciar o necessário para que eles possam construir os brinquedos para uma próxima visita.
Não esqueçam, para ajudá-los precisamos antes de tudo senti-los, deixarmos que eles nos passem suas impressões.
É isso aí galera, Sábado é lá que vai rolar a festa!!!
A alegria exposta, transposta num sorriso, em outro sorriso um olhar sincero e direto, em outro olhar um profundo e distante universo de sonho, olhares de sonho, sorrisos do amanhã, das crianças do nosso Brasil de hoje para o nosso Brasil do amanhã.
Estas fotos são resultado dos batuques do amanhã, batuques de alegria pra um amanhã diferente.
Muito obrigado galera!!!
Fotos da Grande Roda na creche em Curitiba (17/04/2004)
Guilherme Meneghelli
Os olhos sinceros que promovem momento florecentes, olhares-sementes que fazem brotar o sorriso, o cansaço, a esperança e o grito! Olhares que perguntam, intrigantes olhares que questionam o que é possível, olhares excluidos que querem aparecer, olhares sorrindo que promovem o colorido desse Brasil, mesmo no preto-e-branco promovem o colorido porque são olhares alegres, alegres crianças, alegres mestiços, alegres orientais... e me pergunto daonde tanto sentimento? Às vezes os olhares parecem amedrontar, assustam a tamanha sinceridade... e as eternidades promovidas pelas imagens, que pra sempre gravaram aquele instante, uma partezinha de segundo que agora vejo e revejo e sucitam outros pontos, outros por quês...
Olhares alegres de crianças brincalhonas,
Olhares caidos de trabalhadores cansados,
Olhares carentes de pessoas esquecidas...
Muitos olharam e permitiram
uma imensidão de um olhar direto,
Outros almejaram e
olhando pra outro lugar imaginaram,
Alguns pensaram,
Outros olharam e sorriram.
Mas todos, todos olharam sinceramente
E no silêncio sincero
mostraram as profundezas do olhar
Hoje revejo e relembro de todos os olhares,
de todos os momentos,
Olhares de um Brasil esquecido às vezes
Em outros olhares um Brasil enriquecido
Mas em todos os lugares um Brasil misturado
Um arroz com feijão de alegria e tristeza
De cheia imensidão e vazio infinito
De riqueza e pobreza...
Cada um com um clique diferente...
Cada clique com um outro momento...
Cada momento com um outro clique...
E cada imagem com sua profundeza!
À todos que olharam sinceramente
meu muito obrigado!
Quem acha sentido da vida e percorre os caminhos sinuosos pra alcançar essa realidade vive realmente. Produz e vai além, vê o que os olhos cansados não querem ver, pensa o que as mentes medrosas não querem pensar e fala o que as boca caladas não sabem dizer, pois realmente conhece o alfabeto.
O sentido pode ser a semente, o vento, a chuva e o sol, a lua... o paradoxo que forma o fluxo dialético para a compreensão do que for maior, pro hoje e pra sempre!
Espero que todos vocês tenham aproveitado e celebrado a Páscoa. A Grande Roda de Tambores esteve de "folga" durante o feriado e nesse sábado (17/04) iremos retomar nossas atividades. Visitaremos uma creche (Projeto Ecos) com 100 crianças entre 04 e 14 anos e muita, muita energia pra gastar. Faremos a Festa de Páscoa dessas crianças e as atividades vão de 14 às 17 horas.
Anotem!! A creche fica na R: João Crisóstomo da Rosa, 200 - Cajuru - Curitiba.PR. Mas pessoal; fiquem ligados no número da casa, pois não existe placa na frente. Fica atrás da Creche Cajuru e próximo ao Mercado Dipe.
Faremos atividades recreativas e educativas com as crianças. Alguns vão vestidos de palhaços, outros de coelho, faremos pintura na cara das crianças... Portanto quem puder levar, bolas, malabares, tinta guache, giz de cera, etc. E é claro, não esqueçam dos TAMBORES, pois depois das atividades faremos a confraternização com os instrumentos.
Ao entrar em contato com o pessoal do Projeto Ecos, constatamos a carência de roupas e calçados para as crianças da creche. A Grande Roda de Tambores pede aos seus voluntários, que levem ao menos uma peça usada que não lhe fará falta, mas deixará feliz uma criança. Lembrando que a campanha do leite no Pequeno Cotolengo foi um sucesso arrecadando mais de 200 litros, e pretendemos repetir esse sucesso com as roupas.
Passem esse email e a mensagem adiante, convidem todos que vocês puderem. Assim faremos com que o dia de todos (tanto crianças quanto voluntários) que forem no sábado seja inesquecível. Lembrem-se: felicidade em troca da felicidade, valores verdadeiros.
Escrevi isso no projeto que estou fazendo prá Grande Roda... Diz mais ou menos assim... "A partir do momento em que só assistimos as pessoas, estamos tratando essas pessoas como animais e privando-as de um crescimento interno do mais importante que é a educação..."
Na criação um processo, mais ou menos inconsciente, mas um processo de fluências, influências, do que vimos e sentimos, tudo vem de um meio externo, então o que é realmente nosso?
Nada, o mais absoluto vazio nosso está presente em nossas criações, todas elas, as criações, são frutos que amadurecem com o sol, a chuva, a fertilidade do solo, os minerais... apenas os fatores externos para a formação, para a própria criação.
Não crio nada, apenas fatos ocorrem naturalmente a partir de outros anteriores. Assim a história é escrita, assim este texto é escrito.
O aspecto criativo, se é mais ou menos criativo reflete-se apenas à distância ou proximidade do senso comum, à complexidade, um número cada vez maior ou menor de fatores externos.
Nada sou além da existência do próximo, além da chuva, além do sol, além de um dia diferente após o outro. Não sou muito além, mas sou e até agora meu mundo externo parece real o suficiente para não me apoiar em sonhos de mentira... sonho, mas sonho de verdade!
Tema: Assistencia Social Não Paternalista
Sugestão: Guto Lima
Um desempregado quer trabalhar, mas às vezes ajudam e muito, mas um muito não demasiado, um muito exagerado. Exagerado o suficiente para esse desempregado ficar em casa com os filhos na escola recebendo as bolsas e os auxílios... esse desempregado precisa aprender, precisa estar bem para ir procurar um emprego, precisa estar alimentado sim, porém de uma forma sustentável, de uma forma que entenda a possibilidade desse desempregado querer ficar em casa esperando as bolsas com seus filhos na escola e a cesta básica no final do mês.
Nossa sociedade precisa de muita ajuda, mas nem sempre conseguimos ajudar com coerência. Não basta ajudar, tem que acompanhar, ajudar a reestabelecer esses desempregados, esses necessitados.
Essa reflexão não se fixa apenas nos desempregados, mas em deficientes, em pessoas com doenças graves, etc... todos podem produzir, ver resultados, sentirem-se úteis e assim tornarem-se mais alegres.
A transformação vem com a alegria... não podemos fazer todo necessitado coitado e assim acomodá-lo no posto da reclamação, o necessitado tem que ver resultado.
A criança carente pode sair da rua para uma escola, aprender e 5 anos mais tarde estar produzindo no mercado de trabalho, assim como o desempregado pode sim receber sua cesta básica, mas com um acompanhamento, uma escola, um reposicionamento social. Algo realmente sustentável, progressivo e ascendente.
Há muito trabalho a ser feito, muita manga para ser arregassada e muitas mãos para construir esse futuro!
A República é um lugar de expressão, porém tenho muito escrito e pouco tenho visto... se alguém lê o que está escrito aqui esse alguém não se manifesta... procuro "Inspirações Relativas"... sugiram temas para que possa desenvolver algo além de meu próprio eu!
Expressem, falem, escrevam, blá... faça alguma coisa, risque, grite, chute, proteste, levantem as bandeiras!!! Mostra a tua cara!!!
A República também está aberta para quem quiser escrever, mande um e-mail (meneghellimeme@hotmail.com) com o texto que eu publico...
Bom, fico aguardando temas... enquanto isso vou escrevendo por aqui... cá com meus papéis!
Sugestões no botão COMENTEM, logo abaixo.
Vive realmente que não sobrevive...
e sim quem realmente vive!
Quem além de comer e dormir produz
Quem produz além de sí,
Quel algo produz à esse mundo maluco.
Vive realmente aquele que sonha
Sonha e alimenta com passos largos
Vive realmente aquele que vê a sua queda como a de uma fruta
Apenas conseqüência do amadurecimento
Vive realmente aquele que acorda mais cedo
e boceja o dia inteiro
Vive realmente quem acredita no amanhã
E, assin crendo, faz o hoje.
Constroi passo a passo o caminho para o futuro
Constroi com os pés no chão e a cabeça no avião.
Vive realmente quem sincerro sorri
Quem abraça forte e olha nos olhos.
Vive realmente quem é amigo do tempo
e assim não tem tempo pra nada.
Quem não deixa o nada tomar espaço algum
Quem preenche o espaço e o tempo com os amigos
Quem recheia o dia de doce alegria
e quem aprende a conjugar as coisas no plural
Vive realmente quem em dias nublados
e escuros não encontra inimigos
Quem mesmo sozinho anda sorrindo
Vive realmente quem em qualquer tempo descobre que é criança
e assim brinca sinceramente com elas
Vive realmente quem não morre lentamente
Vive realmente quem simplesmente vive!
"A recompensa de uma coisa bem feita, é tê-la feito e a felicidade é o subproduto do esforço de fazer o próximo feliz e ver que a vida não está passando inutilmente."
"Os tambores possuem o incrível poder de unir pessoas. Pensando nisso criamos A Grande Roda de Tambores, uma iniciativa que visa melhorar a nossa sociedade como um todo.
Trata-se de um organismo de trabalhos voluntários, que propões atividades de lazer para valorizar a diversidade sócio-cultural, e assim desenvolver um trabalho com públicos específicos - crianças, adolescentes e pessoas de terceira idade que são menos favorecidos, e muitas vezes esquecidos pela sociedade.
Conheci o projeto através de meu amigo Guto Lima e quero compartilhar e ampliar este projeto, este grande projeto dos tambores, este grande projeto de alegria recheado de força e vontade. Valeu Gutão!!!
Meus olhos doem. Sinto uma dor profunda, capaz de furar meus dois olhos e todas as veias que neles existem até a última delas sangrar. Então, comecei logo a pensar: será que são os meus óculos? (...) Não, não. A insônia? (...) Não, não, também não. Seria então... o colírio que estou usando? (...) Não. A dor dos meus olhos, ah... quem me dera ser passageira. Quem me dera a medicina poder curar. A dor que sinto em meus olhos, faz parte do que vejo. Eles ficam ligados 24 horas por dia, incessantemente cansados de ver tanta hipocrisia. O tumulto, as intermináveis horas de desilusões das quais o mundo me coloca em pé para atirar... defendendo o ódio, a loucura e seus amigos. Fazem fervo, riem como se nada estivesse acontecendo, deixando passar em branco a dor... que todos nós vemos e sentimos. Assim, continuamos vivendo livres para praticar as banalidades que este mundo nos cerca, algumas pessoas querendo fugir... mas tudo gira em torno, a ignorância toma conta, vamos ficando zonzos, a escuridão aparece... somos levados de bandeja para dentro do turbilhão. Dou graças as minhas lágrimas, que aliviam um pouco essa dor que sinto... mas que não estava em meus planos. Mas infelizmente, meu grito não ecoa tão alto assim...
Um lugar não muito distante, bastante próximo de nós todos, um centro de união, onde as palavras nascem entre as coloridas flores de uma constante primavera que não esquece as outras estações.
Uma constante primavera que sorri ao ver florecer no outono, florecer no verão e até no inverno, flores resistentes e duradouras. Inesperadas flores polinizadas pelos mensageiros voadores, os beija-flores.
Beijo-flor é um livro esperto que segura firme suas palavras no alto posto do conhecimento, presas nos livros mas libertas por leitores sedentos, outros beija-flores que levam como pólem palavras concretas e abstratas, palavras objetivas e subjetivas formando a integridade do pensamento e sentimento.
Numa passagem por uma dessas flores aprendi que a tempestade nada pode contra a semente, semente que sempre podemos plantar. Plantamos sementes com palavras duras. O resultado do plantio são novas flores para a abelha produzir o mel, então podemos, através desse, cultivar doces palavras: as palavras do mel.
Nesse universo da natureza também existe o homem, o único que consegue fugir à regra, inventar muita coisa e em algumas atitudes anti-naturais devastar por onde passa, mas nós podemos, naturalmente integrarmo-nos ao ciclo, podemos ser a abelha, o beija-flor, a semente, o polém e a flor. Tudo em uma grande composição para a transformação que podemos fazer.
Fazemos então! Pensando pólem, respirando flores, comendo sementes e abraçando beija-flores!
Hoje A República volta ao ar graças a um importante apoio, GUIA INFORME, o mecênas da República.
Ficamos fora do ar desde o dia 31 de Março às 17h, coincidentemente após ter escrito o Post abaixo. Por uma via anti-democrática e apelativa, nos tiraram do ar, com argumento de retirar do ar o site por não estar repeitando as tais normas, eu lí as normas e verifiquei uma a uma dentro da República e nada estava fora das normas, porém há uma artigo que prevê a desativação de quaisquer sites (bloggers) sem prévio aviso com critérios que não precisam ser explicados, algum destes inexplicados critérios foi aplicado à República, mas hoje voltamos e agora não podem nos tirar dessa forma, estamos de forma legal nos expressando, e não mais podem tirar do ar sem prévio aviso!
O meu muito obrigado ao Willian, ao seu Olympio e à todos do GUIA INFORME.