Terça-feira, Outubro 26, 2004

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2:12 AM
Sexta-feira, Outubro 15, 2004
Princesa Isabel e Lampião
A história do Brasil, relacionada à sociedade ocidental, inicia-se quando Portugal lança-se, em 1415, como um império de colônias. Sua expansão marítima é resultado de ações combinadas do Estado, da Igreja e das entidades comerciais.
O conforto da coroa aliada à busca de espaço de Igreja e o objetivo absoluto de obter lucros dos comerciantes, fizeram do Brasil uma terra de leis capitais, onde as relações entre Império e colônia eram meras relações econômicas. Esta magistral exploração, cercada de apoios e objetivos comuns, resultou em um Brasil de sociedade condenada aos gostos estrangeiros, que cultua Deuses e outros produtos trazidos por "impositores" econômicos e culturais.
O tempo passou, as instituições não são mais as mesmas e o estado mudou, todavia, apoios e objetivos comuns à exploração e expansão Imperial continuam a existir. Para a permanência do conceito Império é necessária a permanência do conceito colônia, este último mantido por "livres tratados" que prevêem "livres áreas" à uma também "livre" exploração.
Leis Áureas continuam sendo assinadas por babetes e fantoches do contemporâneo Império global, prevendo, é claro, as amarras dos países-escravos ao capital internacional. Rebeliões ainda existem e são feito Lampião com seu facão contra a seca no Sertão. Que a chuva venha e a história carregue a "colônia" das costas do Brasil, para livros que contem do passado.
Guilherme Meneghelli
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9:18 AM
Quarta-feira, Outubro 13, 2004
TRAUMA
Pressupostos
"Estamos mais preocupados em fazer filmes do que em discutir as possíveis razões das insuperáveis dificuldades de fazê-los, especialmente no Brasil.
O comércio não é o que justifica a realização de um filme, mas sim o seu conteúdo."
Esta é a nova metodologia de fazer cinema no Brasil.
Em busca do resultado, algumas pessoas executaram seus projetos sem perder tempo procurando argumentos para não fazê-los.
www.trauma.art.br
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2:11 PM
Quarta-feira, Outubro 06, 2004
O REDESCOBRIMENTO DAS NAÇÕES
Varremos os oceanos para sentir na pele que "NAVEGAR É PRECISO E VIVER NÃO É PRECISO", assim como os navegadores lusitanos procuraram nós também procuramos, mas procuramos terrenos distintos onde povos DESCOBERTOS foram extraidos feito matéria-prima, foram arrancados de suas raízes e levados para outras culturas sem chance de escolha.
Navegamos e nossa bagagem foi carregada a fogo, ao queimar de nossas almas, que incendiavam a cada novo espectro captado destes povos DESCOBERTOS. Não lhes roubamos nada, apenas trouxemo-lhes aos vossos olhos para que naveguem conosco, neste mar turbulento de trovões e furacões emanados dos Deuses inquietos.
Nestes outros mundos, vimos que indo para uma direção comum fazemo-nos pangéia novamente. Embora demasia revolta causada pela nausea da realidade vimos também sorrisos da força de um povo que ignora a miséria, que passa por cima e atropela as atrocidades, crianças que dão margem ao futuro, que sonham e brincam entre um trabalho e outro.
Jardim Greenville Balneário Camboriú, Terra da Alegria Santa e Bela Catarina Hipocrisia do Brasil
Guilherme Meneghelli
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8:58 AM
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